. MESA DE CANTOS
. xxX

12 de dez. de 2016

O Homezinho Que Não Estava Lá - Poemas Raros

Ontem, acima da escada,
Conheci um homem que lá não estava.
Novamente, ele não estava lá hoje.
Gostaria, gostaria que ele embora fosse...


Quando cheguei em casa ontem às três,
O homem lá esperava por mim,
Mas quando olhei no corredor,
Não pude vê-lo ao redor!
Vá embora, vá embora, aqui não voltes mais!
Vá embora, vá embora, e, por favor, não bata a porta...


Ontem à noite acima da escada,
Um homenzinho que lá não estava,
Novamente, ele não estava lá hoje
Oh, como eu queria que ele embora fosse...

Hughes Mearns, 1899."


Quero Voltar ....

Gostaria muito de retomar meus Blogs. Já nem sei mais quanto tempo parada, já que eu adorava me comunicar através deles. Nem sei mais como postar, perdi algum tempo ... talvez não consiga mais ...

4 de fev. de 2013

Sexalescentes



Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, os sexalescentes - é a geração que rejeita a palavra "sexagenário", porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória.

São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho. Que procuraram, e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.

Talvez seja por isso que se sentem realizados. Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem bem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5.º andar...

Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher sexalescente sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que na realidade queria. Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas... Mas cada uma fez o que quis; reconheçamos que não foi fácil e, no entanto, continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta/setenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos, que estão longe e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.

Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra.

Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um terno Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo.

Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na década dos sessenta/setenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão estreando uma idade que não tem nome.

Antes seriam velhos e agora já não o são.

Hoje, estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria, também está cheia de nostalgias e de problemas.

Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios.

Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60/70 no século XXI !!! 

 Mirian Goldenberg

9 de jan. de 2013

Amor com os defeitos


15 de dez. de 2012

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!




A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente,
beije lentamente, ame de verdade, 
 ria descontroladamente,
e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos.

A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! 

FELIZ NATAL!
FELIZ ANO NOVO!

19 de out. de 2012

Horário de verão

Clique na imagem para ler

17 de out. de 2012

Pessoas comuns com sonhos

Este filme é um comercial para o TC Bank de Taiwan, criado pela agência Ogilvy Taiwan, baseado em uma história real.
O pequeno curta mostra a história de cinco amigos que se reúnem após a morte de um sexto amigo.
Com uma média de idade de 81 anos, com problemas de saúde, vivendo das lembranças do passado e dos amigos que se foram, resolvem dar um basta na vida que levavam.
Recuperam ou compram motos Vintage que estavam encostadas, fazem seis meses de preparação física e empreendem uma viagem de moto de treze dias, por 1.139 km, para atravessarem o país de norte a sul e reviverem uma aventura, recuperarem os sonhos perdidos e encontrarem um novo sentido para a vida.
Só o fato de permanecerem amigos até essa idade, já é comovente. A história é verdadeira, assim como os idosos presentes no comercial, que são os personagens verdadeiros.

Só se sente velho quem quer.

Recebido de um amigo

27 de ago. de 2012

Chico Buarque sobre a solidão



              Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
              Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
             Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
              Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
              Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
              Solidão é muito mais do que isto.
              Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma....

Francisco  Buarque  de  Holanda

3 de jul. de 2012

Ah... o amor....


O amor não ilumina o seu caminho. O nome disso é lanterna. O amor é outra coisa.

O amor não é aquilo que supera barreiras. O nome disso é gol de falta.

O amor não faz coisas que até Deus duvida. O nome disso é Lady Gaga.

O amor não traça o seu destino. O nome disso é GPS.

O amor não te dá forças para superar os obstáculos. O nome disso é tração nas quatro rodas.

O amor não mostra o que realmente existe dentro de você. O nome disso é endoscopia.

O amor não atrai os opostos. O nome disse é imã.

O amor não é aquilo que dura para sempre. Isso é a Hebe Camargo.

O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego. O nome disso é asma.

O amor não é aquilo que te faz perder o foco. O nome disso é miopia.

O amor não é aquilo que te deixa maluco. te fazendo provar várias posições na cama. O nome disso é insônia.

O amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas. O nome disso é dinheiro.

O amor não é o que o homem faz na cama e leva a mulher à loucura. O nome disso é esquecer a toalha molhada.

O amor não é aquilo que toca as pessoas lá no fundo. O nome disso é exame de próstata.

O amor não faz a gente enlouquecer, não faz a gente dizer coisas pra depois se arrepender. O nome disso é vodka.

O amor não faz você passar horas conversando no telefone. O nome disso é promoção da TIM/OI/VIVO/CLARO... (isso é verdade...)

O amor não te dá água na boca. O nome disso é bebedouro.

Amor não é aquilo que, quando chega, você reza para que nunca tenha fim. Isso se chama férias.

O amor não é aquilo que te alegra mas depois te decepciona. Isso é pote de sorvete.

O amor não é aquilo que entra na sua vida e muda tudo de lugar. O nome disso é empregada nova.

O amor não é aquilo que te deixa bobo, rindo à toa. O nome disso é maconha.

O amor não é aquilo que gruda em você mas quando vai embora arranca lágrimas. O nome disso é cera quente.

O amor não é aquilo que surge do nada e em pouco tempo está mandando em você. Isso é Dilma Rousseff.

Recebido por e-mail

23 de jun. de 2012

Um show de talento.... Für Elise


19 de jun. de 2012

Pare o tiroteio e me ajude...


Recebido por e-mail

15 de jun. de 2012

Tendência Inverno - Saiba como usar


Imagens retiradas da Internet

14 de fev. de 2012

Vídeos Mania

Clique na imagem

28 de dez. de 2011

Feliz Ano Novo!

23 de dez. de 2011

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

21 de nov. de 2011

De volta para casa...


2 de nov. de 2011

Semelhança...

Seu batom

NÃO, EU NEM VI O SEU BATOM!!!
Por que você tá me perguntando isso?
Isso até me ofende!
Toda vez que algo desaparece por aqui, todo mundo olha logo pra mim!
Para o seu conhecimento, eu nem uso aquela cor, não combina comigo!
E o gosto é horrível !!!
Agora olha pra mim e vê se tenho cara de quem tá mentindo?

19 de out. de 2011

Nunca desista dos seus sonhos

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